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Ortoptista participa de dois capítulos de um livro que foi lançado recentemente e limitado aos profissionais da área de saúde.


Margareth Machado Carneiro, professora especializada em deficiência visual e Ortoptista escreveu os capítulos 14 e 15:

MANUAL DE ATENÇÃO INTEGRAL AO DESENVOLVIMENTO E REABILITAÇÃO

Organização: Dra. Viviane Lanzelotte

Comitê de Atenção Integral ao Desenvolvimento e Reabilitação da SOPERJ

Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro

Apresentação:Este manual é fruto da dedicação incondicional de um grupo de profissionais experientes que, em sete partes, abordam aspectos essenciais do desenvolvimento normal, da prematuridade, da disfunção neuromotora, do desenvolvimento visual, da audição e da linguagem, bem como dos seus respectivos desvios. Abaixo a sequencia dos capítulos:

          Parte I: O Prematuro

         Parte II: Desenvolvimento Normal e Disfunção Neuromotora

         Parte III: Desenvolvimento Visual e Seus Desvios

         Parte IV: Desenvolvimento da Linguagem e Seus Distúrbios

         Parte V: Dificuldade de Aprendizado

.        Parte VI: Reabilitação.

         Parte VII: Odontologia e a Criança Especial

Participação da Ortóptica

Os capítulos 14 e 15 foram escritos por mim, Margareth Machado Carneiro, professora especializada em deficiência visual e Ortoptista.

O capítulo 14 trata da estimulação visual, parte importante da reabilitação do, quer seja do RN de alto risco ou de qualquer criança prematura ou com atraso psicomotor.  O ortoptista entra como conhecedor do sistema visual e como reabilitador a fim de fazer com que o desenvolvimento visual se faça da melhor forma possível.

Trata de aspectos relevantes como a parceria do profissional que presta atendimento à criança com o médico pediatra e a família, fator essencial para o sucesso do trabalho de reabilitação.  Abrange ainda, de forma ampla e genérica, o trabalho de estimulação visual e motora, os materiais usados e os objetivos deste trabalho.

O capítulo 15 fala sobre a inclusão do deficiente visual e, mais uma vez, o ortoptista entra em campo trabalhando em parceria com a escola.

É ele quem vai testar os melhores recursos ópticos e não ópticos para o melhor desempenho funcional da criança.  Portanto, o capítulo aborda como e quando magnifcar, a escolha do melhor recurso e como fazer o treinamento.

Enquanto professora trato ainda dos aspectos educacionais como escolha entre aprendizado pelo método Braille ou tinta, os recursos da informática, sinais e sintomas que os professores devem estar atentos, a importância da inclusão escolar e a prática atual da inclusão.

Em tempo: todas as fotos usadas em ambos os capítulos são do meu trabalho e de minha filha que é deficiente visual por prematuridade de alto risco.

 
 
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